“É tão estranho, os bons morrem jovens...”
E quão bom ele era e tão jovem se foi. Aquele sorriso que ganhava qualquer um, um jeito tão carinhoso de ser. Homem, menino, moleque, que não tinha medo de nada, que viveu intensamente e nos ensinou a fazer isso. Cada momento pra ele era ÚNICO, e ele fazia deles sempre inesquecíveis.
Violão, vinho, amigos, a vida, ele era apaixonado por ela. Mas de repente nossa estrelinha se ofuscou (mas não se apagou), e a gente se viu perdidos, cheio de saudades e que saudades.
Mas tudo permanece vivo, e a gente ainda vai se encontrar.
E quão bom ele era e tão jovem se foi. Aquele sorriso que ganhava qualquer um, um jeito tão carinhoso de ser. Homem, menino, moleque, que não tinha medo de nada, que viveu intensamente e nos ensinou a fazer isso. Cada momento pra ele era ÚNICO, e ele fazia deles sempre inesquecíveis.
Violão, vinho, amigos, a vida, ele era apaixonado por ela. Mas de repente nossa estrelinha se ofuscou (mas não se apagou), e a gente se viu perdidos, cheio de saudades e que saudades.
Mas tudo permanece vivo, e a gente ainda vai se encontrar.
“Eu boto fogo na vida e não quero nem saber, eu corro atrás e não ligo eu quero mesmo é viver...”
