Mulheres: Seres humanos bobos, que quase sempre dá aquele jeitinho pra tudo.
E é fato. Quando queremos, mesmo que discretamente damos um jeito de estar perto, de cuidar, de ter notícias. Corremos atrás, ligamos, mandamos mensagens, sempre ficamos sabendo de algo, mesmo que incertos, ou errados, talvez.
Por mais que não nos faça “bem” não escondemos nossos sentimentos, e o demonstramos sem medo, no jogamos num quase abismo que se chama amor, e nos arriscamos o máximo que podemos, pra estar perto dele, pra poder senti-lo. Que pena, nem sempre somos correspondidas. Mas e então? Sofremos, choramos, e prometemos “Não insisto mais, essa foi a minha ultima tentativa...”, mas basta ele voltar, dá aquele sorriso, pra então nosso coração acelerar e reacender aquela insistência que tínhamos prometido deixar de lado, aquele amor que juramos esquecer.
Mas é amor, e não acaba talvez mude, ou fique guardado!
E é fato. Quando queremos, mesmo que discretamente damos um jeito de estar perto, de cuidar, de ter notícias. Corremos atrás, ligamos, mandamos mensagens, sempre ficamos sabendo de algo, mesmo que incertos, ou errados, talvez.
Por mais que não nos faça “bem” não escondemos nossos sentimentos, e o demonstramos sem medo, no jogamos num quase abismo que se chama amor, e nos arriscamos o máximo que podemos, pra estar perto dele, pra poder senti-lo. Que pena, nem sempre somos correspondidas. Mas e então? Sofremos, choramos, e prometemos “Não insisto mais, essa foi a minha ultima tentativa...”, mas basta ele voltar, dá aquele sorriso, pra então nosso coração acelerar e reacender aquela insistência que tínhamos prometido deixar de lado, aquele amor que juramos esquecer.
Mas é amor, e não acaba talvez mude, ou fique guardado!
