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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Inútil definição do amor

E diante de tantos acontecimentos, decidi escrever sobre ELE, é ELE, aquele velho conhecido nosso, aquele MAIS simples, puro e verdadeiro que existe, aquela coisinha que causa tamanha euforia, aquele oposto do ódio, é, ele mesmo, o AMOR.
Ah como é bom senti-lo. Se for por um amigo, a sensação que temos é que estamos rodeados de pessoas que apenas nos querem bem, se for por um irmão a sensação que temos é que nunca estaremos sozinhos, se é pelo pai ou pela mãe temos a sensação de que estamos sempre protegidos, se é por um inimigo temos a sensação que somos sempre ‘Queridos’, se é por si mesmo a sensação que temos é que somos a pessoa mais feliz do mundo, mas se for por um namorado, esse sentimento se torna algo indescritível, inexplicável, nos dá a sensação de prazer, de euforia, nos deixa bobos... Enfim, amar é bom, mas não aquele amar com a intenção de sermos retribuídos, não aquele amar por piedade, e sim aquele amar que dá prazer, que nos faz bem e que faz alguém bem, aquele amar por espontaneidade.
Ame, seu pai, sua mãe, seu amigo, seu irmão, seus inimigos, ame, simplesmente ame, afinal ‘Sem amor nada seríamos’.